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26/05/2020

Eu dava mel de beterraba pra criançada. Receita de babosa. Coloca a mão e faz uma oração que sara. É de quando a coxinha? Fritei agora. Uma coca! O povo nesse ônibus não para de conversar. Que peixaria! Deu fome, lanchei mexerica. Sua mãe ficou na Goiana? A vida passa tão rápido… Parece que tá[…]

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25/05/2020

Comecei esse livro sem nenhum tipo de expectativa: já havia visto a Aline Bei no instagram da Livraria da tarde, e o livro rodando nas mídias, mas não sabia nada de relevante sobre ele: o conteúdo, o modo como ele é expresso, o jeito suave e terno de começar a falar, o soluço ao terminar.[…]

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01/04/2020

De mãos dadas No banco  da praça Ela vestia linho O broche brilhava Ele de chapéu Uma bengala Filhos envelhecidos de lado Ornando com os cabelos grisalhos Comentavam da construção Na antiga capital Do milho Da tradição Brotavam arranha-céus Mistério dos ricos Vidas entre véus Na minha sacola Remédio, receita, papel Nos meus olhos A[…]

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16/03/2020

Desde a publicação famosa de Bruno Bettelheim na década de 70 (A psicanálise dos contos de fadas), muito se tem discutido sobre a força simbólica de obras infantis. Amos Oz, um escritor israelense mais famoso por livros como A caixa preta, na qual já usa o poder da metáfora para falar de política e relações[…]

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05/03/2020

Talvez fossem outras as vozes que me pediam para voltar Não era de pedra a travessia Nem fria a estrada que se abria Não voltei sozinha Sua voz se entrelaçava ao meu tronco Suas raízes se misturavam às minhas Meu coração batia com a força da onda que se levanta Se arremessa E recomeça Na[…]

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05/03/2020

A primeira coisa que chama a atenção sobre esse livro é a edição. Eu sou uma devoradora de livros há bastante tempo, e devo confessar que nem sempre devoto meu olhar a esse cuidado, mas é quase impossível não notar a capa vermelha, o posicionamento dela, o projeto gráfico, as escolhas editoriais na seleção das[…]

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05/03/2020

Esse é um livro para te levar a lugares que talvez você ainda não tenha visitado, além de literatura norteamericana, de best sellers, de conforto. A edição é primorosa e um prazer à parte, mas a história é algo que talvez você não tenha lido ainda – e, acredite, ao mesmo tempo está bem perto[…]

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rua cônego eugênio leite, 956 - pinheiros

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segunda a sexta das 10h às 20h

sábado das 10h às 19h

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26/05/2020

Eu dava mel de beterraba pra criançada. Receita de babosa. Coloca a mão e faz uma oração que sara. É de quando a coxinha? Fritei agora. Uma coca! O povo nesse ônibus não para de conversar. Que peixaria! Deu fome, lanchei mexerica. Sua mãe ficou na Goiana? A vida passa tão rápido… Parece que tá[…]

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25/05/2020

Comecei esse livro sem nenhum tipo de expectativa: já havia visto a Aline Bei no instagram da Livraria da tarde, e o livro rodando nas mídias, mas não sabia nada de relevante sobre ele: o conteúdo, o modo como ele é expresso, o jeito suave e terno de começar a falar, o soluço ao terminar.[…]

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01/04/2020

De mãos dadas No banco  da praça Ela vestia linho O broche brilhava Ele de chapéu Uma bengala Filhos envelhecidos de lado Ornando com os cabelos grisalhos Comentavam da construção Na antiga capital Do milho Da tradição Brotavam arranha-céus Mistério dos ricos Vidas entre véus Na minha sacola Remédio, receita, papel Nos meus olhos A[…]

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16/03/2020

Desde a publicação famosa de Bruno Bettelheim na década de 70 (A psicanálise dos contos de fadas), muito se tem discutido sobre a força simbólica de obras infantis. Amos Oz, um escritor israelense mais famoso por livros como A caixa preta, na qual já usa o poder da metáfora para falar de política e relações[…]

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05/03/2020

Talvez fossem outras as vozes que me pediam para voltar Não era de pedra a travessia Nem fria a estrada que se abria Não voltei sozinha Sua voz se entrelaçava ao meu tronco Suas raízes se misturavam às minhas Meu coração batia com a força da onda que se levanta Se arremessa E recomeça Na[…]

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05/03/2020

A primeira coisa que chama a atenção sobre esse livro é a edição. Eu sou uma devoradora de livros há bastante tempo, e devo confessar que nem sempre devoto meu olhar a esse cuidado, mas é quase impossível não notar a capa vermelha, o posicionamento dela, o projeto gráfico, as escolhas editoriais na seleção das[…]

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05/03/2020

Esse é um livro para te levar a lugares que talvez você ainda não tenha visitado, além de literatura norteamericana, de best sellers, de conforto. A edição é primorosa e um prazer à parte, mas a história é algo que talvez você não tenha lido ainda – e, acredite, ao mesmo tempo está bem perto[…]

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26/05/2020

Eu dava mel de beterraba pra criançada. Receita de babosa. Coloca a mão e faz uma oração que sara. É de quando a coxinha? Fritei agora. Uma coca! O povo nesse ônibus não para de conversar. Que peixaria! Deu fome, lanchei mexerica. Sua mãe ficou na Goiana? A vida passa tão rápido… Parece que tá[…]

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25/05/2020

Comecei esse livro sem nenhum tipo de expectativa: já havia visto a Aline Bei no instagram da Livraria da tarde, e o livro rodando nas mídias, mas não sabia nada de relevante sobre ele: o conteúdo, o modo como ele é expresso, o jeito suave e terno de começar a falar, o soluço ao terminar.[…]

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01/04/2020

De mãos dadas No banco  da praça Ela vestia linho O broche brilhava Ele de chapéu Uma bengala Filhos envelhecidos de lado Ornando com os cabelos grisalhos Comentavam da construção Na antiga capital Do milho Da tradição Brotavam arranha-céus Mistério dos ricos Vidas entre véus Na minha sacola Remédio, receita, papel Nos meus olhos A[…]

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16/03/2020

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Talvez fossem outras as vozes que me pediam para voltar Não era de pedra a travessia Nem fria a estrada que se abria Não voltei sozinha Sua voz se entrelaçava ao meu tronco Suas raízes se misturavam às minhas Meu coração batia com a força da onda que se levanta Se arremessa E recomeça Na[…]

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A primeira coisa que chama a atenção sobre esse livro é a edição. Eu sou uma devoradora de livros há bastante tempo, e devo confessar que nem sempre devoto meu olhar a esse cuidado, mas é quase impossível não notar a capa vermelha, o posicionamento dela, o projeto gráfico, as escolhas editoriais na seleção das[…]

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05/03/2020

Esse é um livro para te levar a lugares que talvez você ainda não tenha visitado, além de literatura norteamericana, de best sellers, de conforto. A edição é primorosa e um prazer à parte, mas a história é algo que talvez você não tenha lido ainda – e, acredite, ao mesmo tempo está bem perto[…]

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Comecei esse livro sem nenhum tipo de expectativa: já havia visto a Aline Bei no instagram da Livraria da tarde, e o livro rodando nas mídias, mas não sabia nada de relevante sobre ele: o conteúdo, o modo como ele é expresso, o jeito suave e terno de começar a falar, o soluço ao terminar.[…]

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De mãos dadas No banco  da praça Ela vestia linho O broche brilhava Ele de chapéu Uma bengala Filhos envelhecidos de lado Ornando com os cabelos grisalhos Comentavam da construção Na antiga capital Do milho Da tradição Brotavam arranha-céus Mistério dos ricos Vidas entre véus Na minha sacola Remédio, receita, papel Nos meus olhos A[…]

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16/03/2020

Desde a publicação famosa de Bruno Bettelheim na década de 70 (A psicanálise dos contos de fadas), muito se tem discutido sobre a força simbólica de obras infantis. Amos Oz, um escritor israelense mais famoso por livros como A caixa preta, na qual já usa o poder da metáfora para falar de política e relações[…]

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Talvez fossem outras as vozes que me pediam para voltar Não era de pedra a travessia Nem fria a estrada que se abria Não voltei sozinha Sua voz se entrelaçava ao meu tronco Suas raízes se misturavam às minhas Meu coração batia com a força da onda que se levanta Se arremessa E recomeça Na[…]

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